Voltar a fazer as malas foi a melhor sensação das últimas semanas. 

Claro que deixei coisas necessárias "em terra", nomeadamente um par de sapatilhas. Como consequências as minhas botas novas parecem ter sido utilizadas todos os dias durantes o último ano, devido aos longos passeios em Paris.

Paris é edíficios enormes a cada esquina, longas caminhadas e sandes. Paris é a cidade dos amantes e dá vontade de encontrar um novo amor ao qual dar a mão à chegada à Torre Eiffel.

París é lindíssima, e diz-nos o quão grandes os franceses se vêem a si próprios.
Paris respira culturas e os meus sítios preferidos foram as livrarias e a jam session de jazz na cave de um bar perto do Moulin Rouge.
Ao fim de dois dias de viagem fiquei sozinha. A solidão no meio da múltidão: a minha primeira lição de viagem foi que a solidão me deixa tímida, nervosa e com vontade de voltar a um lugar seguro. Não me safei assim tão mal, fiz dois "amigos" e arranjei mais uma casa onde dormir. Caminhei muito e continuei a sair à rua para novas descobertas.
Aos poucos Paris cansa, os turistas fazem demasiado barulho, as coisas são demasiado caras, e tudo é longe.

Fecha-se a loja para descanso! Mas fica a vontade de voltar à cidade onde tudo parece estar a acontecer.

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